Confira como reformar sua casa sem ficar com o bolso vazio

19 de fevereiro 2013

Dicas | 0 Comentário(s)

O Dia

Conciliar os custos de uma reforma com o orçamento doméstico é um grande dilema. E, quase sempre, o projeto inicial precisa ser revisto. Algumas medidas simples, entretanto, ajudam a tornar a obra mais barata, prevenindo instabilidades financeiras. “Com um projeto bem elaborado é possível descobrir, por exemplo, que, mesmo havendo a necessidade de se rebaixar o forro, os spots ficam mais baratos do que os lustres”, afirma Andréa Parreira, arquiteta. Reduzir as opções de revestimentos e evitar a instalação de peças de cerâmica e porcelanato na diagonal são outras dicas que ajudam a ter menos sobras e, consequentemente, a poupar.Decidir apostar em revestimentos simples e básicos não significa perder o glamour da mudança.

A ideia é investir em modelos diferentes (e mais caros) apenas quando se tratar dos detalhes. Uma alternativa para economizar na cozinha é usar pastilhas somente nas áreas entre armários, e não na parede toda, além de sempre instalar os móveis primeiro. Outra saída na redução de custos é revestir apenas áreas molhadas e que precisem ser limpas com frequência – espaços com chuveiro, fogões, pias etc. O restante dos ambientes pode receber tintas adaptadas à umidade como acabamento final.

“A escolha da pintura é ainda uma alternativa interessante para o caso de mudanças na estética de azulejos. Pintar as peças significa reduzir tempo, material, mão-de-obra e gastos”, afirma Andreza Baroni, arquiteta.

A recuperação de pisos é outro caminho que funciona quando o assunto é economia. Modelos antigos em madeira ficam novos com técnicas de raspagens e, os de linha pronta, ainda têm a vantagem de poderem ser substituídos. Até mesmo o inconveniente das manchas apresenta fácil solução. No geral, a mancha afeta somente a camada de verniz e, por isso, a saída é lixar o local e aplicar uma nova resina (tendo como desvantagem uma possível diferença de cor entre as peças).

Opacidade e marcas de arranhões também conseguem ser remediadas. A restauração do brilho em peças cerâmicas inclui revitalizar a textura por meio de resinas ou ceras, cujos gastos somam R$ 3 por m², ou aplicações de polimentos (algo definitivo que custa R$ 30 o m²). Arranhões em porcelanatos, mármores e granitos são resolvidos com a ajuda de polidores químicos ou procedimentos especializados – quando o risco for sensível ao toque.

Outro aspecto que pode impulsionar a troca do piso é a constatação de que o modelo é muito escorregadio. “Mas a aplicação de determinados produtos líquidos, vendidos a R$ 7 o m², têm a capacidade de tornar os revestimentos antiderrapantes, exceto os sintéticos e em madeira”, diz Rodrigo Barone, diretor da Pisoclean.

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