Venda de casas novas sobe 14,8% em abril nos EUA

26 de maio 2010

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As vendas de imóveis residenciais novos nos Estados Unidos saltaram 14,8% em abril, em comparação com março, para a taxa anual ajustada sazonalmente de 504 mil unidades, segundo o Departamento do Comércio do país. O ritmo das vendas foi o maior desde maio de 2008. Economistas esperavam alta de 3,4%.

Em comparação com abril de 2009, as vendas cresceram 47,8% no mês passado. Em março, as vendas subiram 29,9%, para 439 mil, em dados revisados. Originalmente, o Departamento do Comércio havia informado alta de 26,9% em março, para 441 mil.

As vendas foram impulsionadas pela demanda maior que a prevista, à medida que os compradores aproveitaram o crédito fiscal antes que ele fosse extinto. O crédito fiscal expirou no fim de abril. O incentivo estava programado para terminar em novembro do ano passado, mas foi ampliado. Analistas temem que o fim do benefício fiscal possa prejudicar o problemático mercado imobiliário dos EUA, enquanto o desemprego ainda assusta os norte-americanos.

Os baixos custos das hipotecas e a queda dos preços também estimularam as compras. Segundo o relatório divulgado hoje, o preço mediano para um imóvel novo caiu 9,5% em abril, em comparação com o mesmo mês de 2009, de US$ 219.000 para US$ 198.400. Os estoques diminuíram 7,0% em abril, para 211 mil, de 227 mil em março.

O índice que mede quantos meses os atuais estoques podem durar caiu para 5,0, do dado revisado de 6,2 de março. Por região, as vendas de imóveis novos subiram 31,6% no Meio-Oeste, 21,7% no Oeste e 10,8% no Sul.

A demanda por empréstimos para comprar moradias continuou na mínima em 13 anos na semana passada, disse a Associação de Bancos de Hipotecas em outro relatório. Porém, os pedidos de hipotecas para refinanciar empréstimos imobiliários atingiram o maior nível em 7 meses, com as taxas caindo a mínimas recordes.

Bens duráveis

Em outro relatório, o Departamento informou que as encomendas de bens duráveis subiram 2,9%, para US$ 193,89 bilhões, maior valor desde setembro de 2008, após ficaram estáveis em março. O impulso veio da disparada de 228% nas encomendas de aviões fora do setor de defesa. Os mercados previam que as encomendas aumentassem 1,3%.

Porém, sem o setor de transporte, as encomendas caíram 1%, algo não esperado para o mês. As encomendas de março foram revisadas para cima, para 4,8%, de 3,5% estimados anteriormente.

Com informações da Agência Estado e da Reuters

Fonte: G1

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