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O uso das áreas comuns do prédio costuma gerar alguns conflitos. Se em relação à(s) piscina(s) do condomínio, as dúvidas podem ser ainda maiores, não é verdade?! E, como estamos no período de férias, quando os prédios costumam ficar mais cheios e com mais visitantes, pode haver mais problemas.

Essa é uma questão que pode gerar muita polêmica. Por isso, resolvemos trazer esse assunto para o post de hoje, tentando ajudar a sanar as dúvidas dele, explicando algumas questões específicas e evitando discussões e confusões entre os condôminos. Confira abaixo!

A utilização das piscinas dos condomínios podem funcionar de forma melhor e mais segura com a colaboração de todos – banhistas, síndicos e funcionários. A manutenção das piscinas deve estar sempre em dia, para evitar acidentes, assim como informações, como profundidade e desníveis, por exemplo, devem ser oferecidas a seus usuários. A presença de um guardião também é essencial para o seu funcionamento.

Em relação aos visitantes, o que acontece é que muitos Regimentos Internos e/ou Convenções de condomínios proíbem ou restringem a sua utilização das áreas comuns, como é o caso da piscina, prezando pelo maior conforto dos próprios condôminos do prédio.

Vale ressaltar que as piscinas são feitas para atender ao público interno do condomínio, e não a uma quantidade maior de pessoas. Além disso, o barulho, maiores custos com manutenção etc., que o uso por parte dos visitantes gera, pode ser simplificado com proibições ou algumas regras específicas ao caso.

Também é importante destacar que, caso não haja essa proibição ou regularização do uso das áreas comuns há um bom tempo, ficará cada vez mais difícil implantá-la depois, principalmente em período de férias. Porém, antes tarde do que nunca. Se seu condomínio não possui regras de uso da piscina, providencie-as o quanto antes!

Para quem infringir as obrigações previstas no Regimento Interno do Condomínio, as penalidades variam de uma simples advertência a multas. Também pode haver interdição da piscina, ou, em casos mais graves, cassação de autorização para funcionamento da área. Essas penalidades são administrativas, ou seja, os infratores ainda podem responder civil e penalmente pela desobediência às normas.

Então, para resumir e concluir, a definição de:

- quem pode utilizar a área;

- quantidade de convidados;

- proibição deles (convidados);

- necessidade ou não de atestado médico para utilização da piscina…

…entre outros tópicos, é de responsabilidade do Regulamento Interno e da Convenção de cada condomínio. É bom ficar atento! ;)


O ano de 2017 começa com bandeira verde na conta de luz do mês de janeiro. De acordo com o relatório mensal do Operador Nacional do Sistema (ONS), a condição hidrológica favorável determinou o acionamento de usinas térmicas com “Custo Variável Unitário abaixo de R$ 211,28 por megawatt-hora (R$/MWh)”.

“O valor da térmica acionada ficou em 128,65 R$/MWh e possibilitou a manutenção da bandeira verde, sem custo para todos os consumidores de energia elétrica”, diz nota da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

O sistema de bandeiras tarifárias, criado pela Aneel, indica o custo real da energia produzida. Isto possibilita o uso racional do consumo de eletricidade.

As bandeiras tarifárias, de acordo com a agência, funcionam da seguinte maneira: as cores verde, amarela ou vermelha indicam se a energia custará mais ou menos devido às condições de geração de energia elétrica.

Fonte: Agência Brasil


A decoração de uma casa é uma obra inacabada, raramente tem começo, meio e fim. Como as tendências vêm e vão e os estilos pessoais mudam, é comum sentir certo tédio com algumas escolhas feitas anos atrás. Como nem sempre é possível comprar tudo novo, a solução é fazer alterações pontuais de tempos em tempos para eliminar aquele sentimento de estagnação. Veja algumas ideias fáceis e econômicas.

1. Almofadas mil
Trocar o mobiliário periodicamente não é exatamente prático e econômico para renovar o visual. Para criar um novo olhar sobre o mesmo ambiente, aposte em muitas almofadas de variados padrões, cores e tecidos. Aproveite as que já têm e inclua novas estampas para melhorar ainda mais o custo-benefício.

2. Paredes estampadas
Cansou das paredes com cor sólida? Uma maneira de acabar com o tédio é apostar em papel de parede estampado – existe uma infinidade de padrões. Se ainda não está seguro sobre o assunto, considere cobrir uma única parede em vez do ambiente inteiro. Se enjoar, é só retirá-lo e aplicar outro ou voltar à pintura convencional.

3. Geladeira para se exibir
É comum usar a geladeira da casa para lembretes, convites, receitas, desenhos das crianças e fotos. Para que essa exibição seja mais organizada e cause um impacto estético positivo, uma opção é imprimir suas fotos favoritas e pregá-las em forma de grade – ou como a criatividade mandar – com fita washi, aquela estampada feita de papel de arroz e muito usada pelo pessoal do scrapbook. Ou ainda adesivar o eletrodoméstico com estampas divertidas e que possam receber recados.

4. Cama de roupa nova
Um jeito rápido e econômico de mudar a aparência de um quarto é renovar a roupa de cama. Se a capa de edredom atual não faz mais parte de seus sonhos, substitua-a por uma colcha e vice-versa. E tenha os dois – ou mais – na manga para ir mudando periodicamente. Outra opção é compor uma camada de diferentes almofadas na cabeceira da cama. Nesse caso, também é possível ir trocando conforme sentir tédio.

5. Um banho de toalhas
As toalhas de banho podem ir além da função estritamente utilitária. Elas estão todos os dias na sua vida, mas são facilmente esquecidas. Que tal valorizá-las quando pensar em mudar a casa? Atualize suas toalhas com cores diferentes, estampas e bordados que chamem a atenção. E, é claro, além de bonitas devem ser macias, ter boa absorção e secagem rápida.

6. Flores o ano todo
As flores dão vida, mudam qualquer ambiente e é um dos ajustes mais baratos que você pode fazer quando pensa em renovar a casa. Como as estações mudam durante o ano, os arranjos florais também. Refrescar-se com um banho de lilases na primavera; organizar rosas ou hortênsias na sua mesa de jantar no verão; exibir copos-de-leite ou antúrios no outono; e compor um ramo de gardênias ou azaleias no inverno. Opções não faltam e, o melhor, não precisa investir em vasos – que tal reaproveitar garrafinhas de água, suco ou vinho?

7. Arte própria
Tente decorar uma parede com sua própria criação ou da família. Não precisa ser expert no assunto ou ter talentos especiais. Uma seleção de fotos de viagens emolduradas, pratos antigos da família, restos de tintas para criar um mural com pinceladas à la Jackson Pollok, desenhos ou fotos dos filhos presos com pregadores em um varal ou pisca-pisca. Aqui, a originalidade fala mais alto.

8. Reorganizar é essencial
Encontrar um lugar para casa coisa. Talvez dê um pouco de trabalho, mas a organização transforma os ambientes e deixa a vida mais fácil. Itens já existentes podem ganhar novos acessórios, como caixas organizadoras, uma bandeja para as bebidas, um cesto charmoso para guardar os brinquedos ou um porta-revista para organizar a leitura.

Fonte: Revista Casa e Jardim


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