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Categoria: Notícias

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O aumento do limite de valor dos imóveis comprados com recursos do FGTS — de R$ 750 mil, como é hoje, para R$ 1 milhão ou até R$ 1,5 milhão — está em discussão pelo Banco Central (BC), pelas instituições financeiras e pelos empresários do mercado imobiliário, que aguardam a mudança no patamar de preços ainda neste ano.

A Caixa Econômica Federal admite que a ideia vem sendo discutida, mas ainda não comenta oficialmente o assunto. Apesar dos limites e das regras não estarem estabelecidos, o vice-presidente Administrativo do Secovi Rio, Ronaldo Coelho Netto, acredita que uma possível mudança no aumento no limite poderá beneficiar o setor, bastante enfraquecido com a queda nas vendas devido à crise econômica:

— Se você facilita as condições de aquisição, isso tem um reflexo automático no mercado imobiliário. O consumidor pode comprar sua casa própria com mais facilidade, e as incorporadoras ganham um novo fôlego, já que passam a ter um novo nicho a explorar.

Segundo Ronaldo, muitos imóveis na Zona Sul do Rio poderiam ser vendidos, se os novos valores forem adotados. A última mudança no teto dos imóveis financiados pelo Sistema Financeiro de Habitação (SFH) foi em 2013. O governo aumentou o teto de R$ 500 mil para R$ 750 mil no Rio, em São Paulo, em Minas Gerais e em Brasília. Nos demais estados, o valor máximo é de R$ 650 mil.

Para ser beneficiado, o comprador precisa ter, no mínimo, três anos de trabalho sob o regime do FGTS e não pode ser dono de outro imóvel. Atualmente, bens mais caros, de até R$ 3 milhões, já podem ser financiados pela Caixa, mas apenas crédito do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI), que não utiliza recursos do FGTS.

Fonte: Extra

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A concentração de eventos dos Jogos Olímpicos Rio 2016 na Barra da Tijuca movimentou o mercado imobiliário do bairro nos últimos meses. Uma análise do Sindicato da Habitação do Rio (Secovi Rio), que será apresentada na 6ª Feira Secovi Rio, mostra que os preços de 2016 estavam abaixo dos de 2015 na Barra, evidenciando uma queda. No entanto, em agosto de 2016, data do início das competições, o preço do metro quadrado ultrapassou o do mesmo período do ano anterior: chegou a R$ 10.381 contra R$ 10.368 em 2015. Em julho, o valor era de R$ 10.329.

Além disso, o estudo mostra que os preços no entorno da nova Linha 4 do metrô superam a média geral da Barra e do município. O valor do metro quadrado para venda chega a R$ 11.033 na Avenida das Américas, por exemplo. Enquanto isso, na média, o preço na Barra é de R$ 10.327 e, no Rio, R$ 9.901. A linha 4 será aberta para população no dia seguinte ao término da Paralimpíada, dia 19, entre 6h e 21h, de segunda a sexta-feira.

Na opinião do vice-presidente administrativo do Secovi, Ronaldo Coelho Netto, a tendência é que, com a chegada do novo transporte, estes preços da região se recuperem das perdas provocadas pela desaceleração da economia nos últimos anos. Ele reitera que este crescimento deve ficar apenas no entorno do Jardim Oceânico, beneficiado com a obra.

— Temos que dividir a Barra em duas regiões: a do entorno do metrô e a área do Parque Olímpico. Nesta última, os preços podem cair, pela quantidade de imóveis disponíveis para a venda — afirma ele.

Construída para receber as delegações, a Vila dos Atletas têm 3.604 apartamentos, sendo que 600 foram postos à venda e apenas 200, vendidos. Os 31 prédios começarão a receber moradores a partir de julho do ano que vem.

Para o diretor do Creci-RJ, Laudimiro Cavalcanti, apesar de a região estar sendo beneficiada com a visibilidade do evento, só haverá impacto nas vendas a médio e longo prazo. E, no caso dos imóveis vizinhos ao Parque Olímpíco, o desempenho das vendas está diretamente ligado ao legado.
— Os interessados querem saber qual será o aproveitamento das arenas construídas, como vão se comportar as obras de infraestrutura deixadas etc — acredita.

A repulsa de alguns moradores pela região por conta da falta de mobilidade diminui com a chegada do metrô, tornando o bairro um objeto de desejo.

— A mobilidade, que sempre foi o ponto fraco da região, ganhou projetos abrangentes. A possibilidade de integração com outros transportes, principalmente BRTs, também favoreceu os moradores. Todos querem desfrutar as vantagens de morar perto de um transporte público de qualidade, que ponha fim aos torturantes engarrafamentos enfrentados no deslocamento diário para o trabalho. Além disso, a Barra oferece uma qualidade de vida incrível, condomínios com toda a infraestrutura e lazer — propagandeia o presidente da Ademi, João Paulo Rio Tinto de Matos.

Fonte: Jornal O Globo

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Pelo sexto mês seguido, a bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz em setembro será verde, o que significa que não haverá nenhum valor adicional a ser pago pelos consumidores brasileiros. Ao definir a continuidade da bandeira verde, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) considerou o resultado positivo do período úmido e o aumento de energia disponível, com redução de demanda e a adição de novas usinas ao sistema elétrico brasileiro.

Havia uma expectativa no setor elétrico de que a bandeira pudesse passar para amarela no mês de setembro, principalmente porque o nível dos reservatórios das hidrelétricas das regiões Norte e Nordeste estão baixos para esta época do ano. Quando há pouca água nos reservatórios, é preciso acionar as termelétricas para garantir o suprimento de energia, o que encarece o custo da energia. De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), o nível dos reservatórios no Nordeste está em 20% de sua capacidade máxima e, no Norte, o nível está em 48,4%.

O sistema de bandeiras tarifárias foi adotado em janeiro de 2015, como forma de recompor os gastos extras das distribuidoras de energia com a compra de energia de usinas termelétricas. A cor da bandeira que é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) indica o custo da energia elétrica, em função das condições de geração de eletricidade.

Desde o início da vigência do sistema, até fevereiro de 2016, abandeira se manteve vermelha, primeiramente com cobrança de R$ 4,50 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos e, posteriormente, com a bandeira vermelha patamar 1, que significa acréscimo de R$ 3,00 a cada 100 kWh. Em março deste ano, a bandeira passou para amarela (com taxa de R$ 1,50 a cada 100 kWh) e, desde abril deste ano, a bandeira está verde.

Segundo a Aneel, a bandeira tarifária não é um custo extra na conta de luz, mas uma forma diferente de cobrar um valor que já era incluído na conta de energia, por meio do reajuste tarifário anual das distribuidoras. A agência considera que a bandeira torna a conta de luz mais transparente e o consumidor tem a melhor informação para usar a energia elétrica de forma mais consciente.

Fonte: Agência Brasil



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