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Boleto de condomínio precisa ter o número do CPF do morador

Até o começo do ano que vem, condôminos de prédios residenciais e comerciais do Rio e de todo país vão ter que se adequar a uma nova norma. Eles serão obrigados a informar o CPF ou CNPJ para que conste no boleto de pagamento do condomínio. O número precisa ser repassado até janeiro de 2017.

A medida, instituída pela Federação Brasileira dos Bancos (Febraban), tem como objetivo atender à determinação do Banco Central. A iniciativa estabelece que todos os boletos bancários, incluindo a cota do condomínio, contenham o cadastro de pessoa física ou jurídica do titular do apartamento.

Vice-presidente de Assuntos Condominiais do Secovi Rio, Alexandre Correa explica que o recadastramento vem sendo feito há seis meses em vários condomínios.

“É feito aos poucos, mas já cadastramos bastantes moradores”, conta. Segundo ele, o condômino receberá, junto com boleto, um formulário. Nele, haverá espaço para número do CPF do titular do apartamento e e-mail. Feito o preenchimento, o recadastramento estará concluído.

O sistema permite que boletos vencidos possam ser pagos no aplicativo do banco, na agência lotérica ou em qualquer banco. Juros e multa serão calculados automaticamente.

O titular precisa ficar atento, pois os boletos só vão ser emitidos se ele preencher o documento colocando o número do CPF ou CNPJ. O cobrador envia o documento e as informações para uma base de dados, acessível aos bancos.

Fonte: Secovi Rio

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O mercado de locação de imóveis, na atual situação político-econômica, onde os consumidores têm menos dinheiro, fez o valor dos aluguéis cair. Através de pesquisas, de entidades como Secovi Rio e ABADI, constatou-se que o percentual do aluguel sofreu uma forte queda, em Zonas Sul, Norte e Oeste do Rio de Janeiro. O proprietário tem que, então, adequar-se à atual conjuntura do mercado, uma vez que nesse momento, o locatário possui grande poder de barganha.

Ao proprietário, aconselha-se manter seu imóvel limpo e bem equipado, em boas condições, para conseguir alugá-lo com facilidade. É importante ressaltar que a flexibilidade e boa negociação podem ser decisivas quando o locatário escolhe um imóvel para alugar.

Além disso, para imóveis que já estão alugados e o locatário, sendo um bom pagador, tem o interesse de renegociar, o que faria o valor do aluguel cair um pouco, aconselha-se, ao dono do imóvel, que seja tolerante e flexível, mesmo que diminua um pouco sua arrecadação, pois essa situação, passageira, se tratando de um bom locatário, merece uma atenção especial.

Concluindo, na atual conjuntura, o locatário está em vantagem, tanto em imóveis que ainda serão alugados, como para os que já são. De qualquer forma, o importante é conseguir ter uma boa conversa franca, expondo as necessidades e condições de ambas as partes, conseguindo um bom acordo para todos.

Lembrando que é de suma importância colocar tudo, detalhadamente, no contrato de locação, da forma mais clara possível, não havendo riscos de aborrecimentos futuros. A crise vai passar, o mercado imobiliário se estabilizará e, enquanto isso não acontece, boa sorte para achar um equilíbrio entre o seu desejo e as necessidades do locatário!

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A bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz em outubro será verde, sem custo para os consumidores de energia elétrica. Este é o sétimo mês seguido que a bandeira é verde, que significa que não haverá nenhum valor adicional a ser pago.

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), os principais fatores que contribuíram para a manutenção da bandeira verde são a evolução positiva do período úmido de 2016, que recompõe os reservatórios das hidrelétricas, o aumento de energia disponível com redução de demanda e a adição de novas usinas ao sistema elétrico brasileiro.

O sistema de bandeiras tarifárias foi adotado em janeiro de 2015, como forma de recompor os gastos extras das distribuidoras de energia com a compra de energia de usinas termelétricas. A cor da bandeira que é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) indica o custo da energia elétrica, em função das condições de geração de eletricidade.

Cores

Desde o início da vigência do sistema, até fevereiro de 2016, a bandeira se manteve vermelha, primeiramente com cobrança de R$ 4,50 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos e, posteriormente, com a bandeira vermelha patamar 1, que significa acréscimo de R$ 3,00 a cada 100 kWh. Em março deste ano, a bandeira passou para amarela (com taxa de R$ 1,50 a cada 100 kWh) e, desde abril deste ano, ela é verde.

Segundo a Aneel, a bandeira tarifária não é um custo extra na conta de luz, mas uma forma diferente de cobrar um valor que já era incluído na conta de energia, por meio do reajuste tarifário anual das distribuidoras. A agência considera que a bandeira torna a conta de luz mais transparente e o consumidor tem a melhor informação para usar a energia elétrica de forma mais consciente.

Fonte: Agência Brasil



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