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Categoria: Notícias

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O post de hoje veio enaltecer a importância do papel do síndico dentro de um condomínio, mostrando alguns dos desafios que ele encara. Cá entre nós, síndico sofre, né?! A quantidade de trabalho e, principalmente, responsabilidades, é grande. Só não é maior que a de críticas. Afinal de contas, ele é o responsável pelo correto andamento das coisas no condomínio. Sem ele, tudo pode desandar.

O condomínio é uma entidade jurídica e, tendo muitos interesses, por vezes, divergentes, o síndico é a figura central na hora das tomadas de decisões coletivas, buscando o bem comum. A responsabilidade é tanta que a legislação atual permite que uma pessoa que não é moradora do prédio exerça essa função. Inclusive, atualmente existem serviços terceirizados de síndico. É mole?!

Convenhamos, o síndico merece respeito e admiração, não é mesmo?! Mas, além de tudo, o mais importante é entender que ele não é o culpado por todos os problemas do condomínio.

Vamos falar de algumas obrigações do síndico…

Primeiramente, zelar pelos interesses de todos os condôminos e, como já citado, tentar conciliá-los, em prol de um bem comum. Para isso, assembleias se fazem necessárias, para discutir tópicos relevantes. Tais assembleias devem ser convocadas pelo síndico.

Ele representa o condomínio, em juízo ou fora dele, e é o responsável por ele, no que diz respeito às atitudes tomadas dentro dele. Deve cumprir e fazer cumprir a convenção, regimentos internos e normas do condomínio.

Zelar pelas partes comuns do condomínio, sendo o responsável pelas prestações de serviços que se façam necessárias, a obtenção de equipamentos de segurança e limpeza também fazem parte das responsabilidades do síndico.

Em relação a esses gastos, e a todos os outros, deve prestar contas à assembleia, anualmente e em outras situações que se façam necessárias. Essas prestações de contas devem ser fiscalizadas pelo Conselho do condomínio.

Um síndico deve ter facilidade para resolver conflitos, e outras qualidades, como aptidão para matemática para gerenciar as contas gerais, conhecer mecanismos de administração, ser paciente, organizado etc.

Seu mandato dura até dois anos, não podendo se exceder esse tempo, porém, podendo ser reeleito pela assembleia. Poderá delegar alguma(s) responsabilidade(s) a outras pessoas/profissionais, porém, a responsabilidade das atitudes destes continuará sendo do síndico.

Agora, conhecendo um pouco mais sobre essa função de suma importância na vida de um condomínio, no dia 23 de abril, não esqueça de dar parabéns ao seu Síndico! :)

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Uma das dúvidas mais frequentes de quem mora de aluguel é sobre quem paga a taxa do IPTU – Imposto Predial e Territorial Urbano: o inquilino ou dono do imóvel? Para quem pensa que alugar um apartamento ou residência é só pagar a mensalidade, vai um alerta: tudo depende do contrato. Conforme a Lei do Inquilinato, o locador é quem deve pagar o imposto, entretanto, de acordo com as alterações realizadas pela Lei Federal n.o 12.112/2009, o pagamento do IPTU pode ser negociado entre as partes.

Para esclarecer as dúvidas e evitar casos de inadimplência com o município, Sabrina Tricot, coordenadora executiva do Procon em Boa Vista, explica como evitar dor de cabeça para as pessoas envolvidas neste tipo de contrato.

“Se caso o locatário deixe de pagar o imposto, o proprietário terá que arcar com todas as multas, encargos e juros. Se o débito permanecer por um determinado período, poderá haver a execução fiscal da divida. Portanto, para que o pagamento passe a ser uma obrigação por parte do inquilino e não gere problemas para o proprietário,é importante estipular esta obrigação no contrato de locação”, ressaltou.

A coordenadora diz ainda que pode haver um jeito de resolver a situação sem causar prejuízos para os dois lados. “A forma mais simples e corriqueira que se usa hoje em dia é embutir o valor do IPTU no aluguel do imóvel”, destacou.

Se por algum motivo algumas parcelas ficarem em aberto, o proprietário deve ir até um posto de atendimento e pedir a renegociação da dívida antes que ela seja inscrita na dívida ativa e se transforme em uma execução fiscal. Caso haja alguma pendência do IPTU do imóvel junto à prefeitura, a coordenadora do Procon Boa Vista orienta que o proprietário procure regularizar ou negociar o débito.

 

Fonte: BV News

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Administrador, gestor de pessoas, advogado e comunicador. Por incrível que pareça, esse é o perfil de um síndico. Devido às novas exigências do mercado, o síndico profissional precisa ter noções de diversas áreas para poder gerenciar bem a “empresa” que hoje se tornaram boa parte dos condomínios.

Lílian Alves, vice-presidente de condomínios do Sindicato da Habitação (Secovi-CE), é síndica profissional. Na visão dela, “os profissionais precisam ter conhecimento em gestão, saber lidar com pessoas, noções de contabilidade e um pouco de direito imobiliário”.

Aliado a isso, ter uma relação próxima dos condôminos é muito importante. Responder apenas com sins ou nãos não é saudável. É preciso saber ouvir e tentar entender os dramas de cada um, afinal, são várias realidades diferentes num mesmo espaço de convivência.

O perfil mais indicado para um síndico atualmente é: acessibilidade, estar presente para poder resolver os problemas diários. Ter boa comunicação para atuar como interlocutor e provocador de ideias, além de ser paciente, afinal de contas, atritos não faltam.

Tolerância também não pode faltar e, mesmo em reuniões participativas, é o síndico quem tem a palavra final, pois é ele quem responde civil e juridicamente. Por último, é essencial ter uma gestão transparente.

Compromisso

E de problemas com o síndico, a estudante Even Pereira, 25, entende bem. Ela sofre com o profissional do condomínio onde mora há alguns anos. “Ele demonstra falta de interesse em fazer melhorias e é muito ausente por ter outros compromissos pessoais”. A eleição por lá acontece a cada dois anos e, mesmo não tendo uma boa gestão, o atual síndico permanece no cargo porque “não há muitas opções”.

Para ser elegível à vaga no condomínio dela, é preciso ser morador, estar com as contas em dia e ter um bom histórico. Itens que reduzem as candidaturas a três pessoas.

Mas o processo de votação varia em cada condomínio. Em muitos, nem é preciso ser condômino, pode ser inquilino ou até mesmo nem residir no local.

Há também no mercado empresas que administram muitos condomínios de uma vez só. De toda maneira, o Código Civil, nos artigos 1347 a 1356, explicita o trâmite legal. Em resumo: há uma assembleia, convocada nos ditames de convenção. Quem obtiver mais votos ganha.

 

Fonte: http://www.opovo.com.br/

 



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