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Categoria: Dicas

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Cuidados vão além da organização de objetos cortantes ou quebráveis fora do alcance dos pequenos. A cozinha é o ambiente doméstico mais temido por pais, especialmente os de crianças bem pequenas ou bebês. A preocupação não é à toa. Segundo a a OMS (Organização Mundial de Saúde), o cômodo é o local da casa com mais ocorrências de acidentes. Não existem cozinhas “blindadas”, ou à prova desses imprevistos, mas é possível torná-las mais seguras desde a sua construção para evitar acidentes domésticos com crianças.

A arquiteta Claudia Alionis, da Cactus Arquitetura, explica que os cuidados vão além da organização de objetos cortantes ou quebráveis fora do alcance dos pequenos. “Vale levantar parte da mobília também. É bom optar por cantos e quinas mais arredondadas em toda a marcenaria da cozinha e instalar gavetas com corrediças próprias para amortecimento”, ensina.

Ainda na construção, pisos antiderrapantes ou emborrachados – este último é ainda acústico e absorve impactos –, podem entrar na lista de itens de importância. A ausência de puxadores nas gavetas, assim como a não utilização de vidro nos móveis mais baixos, são escolhas inteligentes, e poupam até os próprios adultos de baterem com as pernas ou com os pés no móvel. “Como material, a madeira ainda é uma opção mais segura, apesar de os vidros estarem cada vez mais resistentes, blindados ou temperados”, diz a profissional.

A cozinha contém itens indispensáveis à casa e que são muito perigosos para as crianças, como fogões e fornos. O ideal é escolher eletrodomésticos equipados com válvulas de segurança e sistema que iniba o vazamento de gás a fim de evitar intoxicação por inalação de gás de cozinha. Se possível, instale o forno elétrico, do tipo embutido, em um local mais alto.

Para pais que não podem fazer adaptações citadas acima no cômodo, a ONG Criança Segura, que promove a prevenção de acidentes com crianças e adolescentes de até 14 anos, dá outras dicas para que as crianças frequentem a cozinha sem riscos. Confira:

1 – Fogão: use as bocas de trás e vire o cabo das panelas para o centro do fogão.

2- Fósforos e álcool: Com fogo não se brinca! Mantenha fósforos, isqueiros e álcool fora do alcance das crianças.

3- Comidas e bebidas quentes: Muitas crianças de até 14 anos atendidas em pronto-socorros são vítimas de queimaduras e escaldamentos. Comidas e bebidas quentes devem ficar longe delas.

4- Facas e objetos cortantes: Cuidado com objetos de vidro, cerâmica e facas.

5- Produtos de limpeza: Os produtos de limpeza devem estar trancados e fora do alcance das mãos dos pequenos.

6- Sacos plásticos: Para evitar riscos de sufocação, mantenha sacos plásticos guardados em locais seguros.

Fonte: Revista ZAP

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O cigarro é uma causa comum de atrito entre vizinhos nos condomínios e a atitude correta para lidar com esse problema ainda gera bastante dúvida. Antes de tomar qualquer posicionamento, os moradores e síndicos devem conhecer as regras para fumo em território nacional, além do que determina o regimento interno do próprio condomínio.

Desde dezembro de 2014, por exemplo, está valendo a chamada Lei Antifumo. Aprovada em 2011, mas regulamentada somente no ano passado, a legislação proíbe o ato de fumar cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos, narguilés e outros produtos em locais de uso coletivo, públicos ou privados, como halls e corredores de condomínios, restaurantes e clubes.

Caso as regras não sejam cumpridas, os estabelecimentos podem sofrer multas de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhão e ter a licença cassada, a depender da infração cometida. No caso dos condomínios, os moradores devem zelar pelo cumprimento das normas e o síndico tem o dever de aplicar sanções disciplinares a quem descumpri-las nas dependências onde há proibição.

A Lei não se aplica ao interior das unidades de condomínios – as áreas privativas – porque estas são caracterizadas como propriedades particulares, e a Constituição Federal e o Código Civil garantem o direito de usufruir as mesmas de acordo com os interesses do condômino. Porém, apesar de não valer para o interior das residências, os condomínios acabam enfrentando problemas em decorrência da prática desse hábito por alguns moradores.

Mesmo que a legislação não proiba um morador de fumar no interior de sua unidade, o que inclui a sacada (Art. 1335, I do CC), o condômino que estiver sendo prejudicado por esse hábito deve conversar com o morador fumante para tentar solucionar a questão. Muitas vezes, o bom senso pode resolver o problema, já que existe a possibilidade de o condômino fumar em outros locais, como na área de serviço ou em outra janela que não atrapalhe seu vizinho.

Porém, caso o problema não seja resolvido em um diálogo entre os moradores, o síndico pode ser convocado para interferir. Ele poderá atuar na solução do impasse caso a situação do fumo esteja causando um uso nocivo da propriedade, como, por exemplo, se o morador fumante estiver jogando bitucas pela janela.

 

Fonte: Vida em Condomínio / Por: Rodrigo Karpat

 

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Com o aumento da temperatura e a chegada do verão, o risco da proliferação de criadouros do mosquito Aedes aegypti, causador da dengue, também aumenta. Segundo o Ministério da Saúde, entre janeiro e agosto de 2015, a região Sudeste foi a que teve maior número de casos da doença no país. A cidade do Rio de Janeiro teve 15.241 casos registrados, uma alta de 633% em relação ao mesmo período do ano passado.

Os síndicos devem prestar sempre atenção aos possíveis focos nas áreas comuns dos condomínios, inspecionando vasos de planta, calhas, canaletas, ralos, etc. Já as caixas d’água e cisternas devem estar vedadas adequadamente, para não se tornarem foco do mosquito. Além disso, os condôminos também devem fazer a sua parte, fiscalizando regularmente as suas unidades.

Separamos aqui algumas dicas de prevenção:

- Fechar cuidadosamente as caixas d’água e cisternas;

- Encher os pratos das plantas até a borda com areia, para evitar que a água acumule;

- Em caso de plantas aquáticas, os recipientes devem ser lavados pelo menos uma vez por semana, com sabão e escovinha;

- Manter piscinas limpas e com tratamento adequado;

- Verificar semanalmente o fosso do elevador, para ver se existe água acumulada;

- Não acumular água em latas, embalagens, copos, tampinhas, pneus velhos, etc.

 

Fonte: Revista Síndico.

 



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